É comum os bebés ficarem doentes! Ficam muitas vezes e por os mais variados motivos! Eu sei disso, só não estou habituada!
A Clarinha não bolsou, não teve cólicas e mesmo tendo quase todos os dentinhos, sempre foi muito pacífico. Também já ficou constipadinha mas nada se assemelhou ao que vivenciamos!
Depois de um dia como qualquer outro regressamos a casa para recebermos uma visita especial: a princesinha M ia brincar com a Clarinha. Quando a visita chegou estranhei o comportamento da minha pequena, mas pensei ser ciúmes por estar a dar atenção a outro bebé. Chamava por mim a toda a hora e pedia-me colo constantemente. Consegui acalma-la com a Minnie durante o tempo de beber um chá com a mamã V.
Já perto da hora do jantar, enquanto a pequena M. comia a sua papinha ofereci a sopa Clarinha. Não consegui dar-lhe a primeira colher porque fui atropelada por um de vomito, seguido de outro e mais outro! Por segundos questionei-me de onde saía tanto liquido e como ela conseguia ter tudo aqui armazenado no seu pequeno estômago! Depressa voltei à realidade e comecei a agir! Tirei a Clarinha dali, embora carrega-se em mim parte daquela destruição que mais parecia um cenário de pós tsunami! Com a calma possível disse a Clarinha que ia tomar banho enquanto ligava as torneira. De vez em quando o meu pensamento regressava aqueles segundos " o que aconteceu?!" "Porque é que ela está assim?!?!" "Onde errei?"
Não sei se sou a única a achar que quando algo de mal lhe acontece a culpa é sempre minha!
O papá chegou já com recomendações do pediatra e ela já estava pronta para entrar no banho! Choramingava! Talvez pela novidade aterradora que viveu! Depois do banho acalmou um pouco. O papá ficou a brincar com ela enquanto eu fui apagar os vestígios daquela cena!
As coisas ficaram mais calma, aceitou comer um pouco, muito menos do que o habitual, mas também não insistimos!
Chegou a hora de dormir, tudo na mesma rotina. Lavar os dentes, brincar com o papá na cama e esperar a mamã chegar. Mamou e adormeceu mais rápido do que o habitual.
Já mais calma conversei com o J. sobre o que se passou. Não sabia que aquilo era só o início.
Durante a noite veio a febre. Um febre que durou três dias. Que a consumiu e lhe retirou o sorriso.
Sobre o efeito da medicação parecia a mesma bebé de sempre, mas mal a febre começava a aparecer os olhinhos ficavam cabisbaixos e o desanimo voltava. Muitos banhos de água morna, muita água, muita insistência para comer, muitas mudas de roupa! Repetiu tantas vezes a palavra mamã que até me assustava. Passou-me pela cabeça tanta coisa que nem é bom lembrar!
- A mamã está aqui! Dizia ela vezes e vezes.
Oh meu amor, se pudesse acredita que evitava a tua mais pequenita lágrima, que acolchoava as pareces do mundo, mandava colocar nuvens no chão e recolhia todos os males na caixinha da pandora! Só para não te ver sofrer! Será que não existe uma fórmula mágica para evitar o sofrimento nas crianças!
Devia ser regra, criança não devia ficar doente. Não dá para fazer nenhum abaixo assinado?!!!
Eu assino na primeira linha.
Primeiro a surpresa do pedido! Depois todos preparativos do casamento até ao grande dia! Em seguida a gravidez mês após mês! Como é preparar a chegada de um bebé para pais de primeira viagem! E agora a grande aventura de criar uma criança, menina!
Nhakuda Buda
............................................................................................................."Porque tenho o coração cheio de amor para partilhar contigo"................................................................................................................................
terça-feira, 27 de março de 2018
sexta-feira, 23 de março de 2018
As Birras
Começou a fase das birras! E com teatralidade ela lá vai fazendo as suas!
Não grita, não bate, não chora, às vezes! Faz cara de amuada e deita-se no chão!
Mas não e um deitar do chão aborrecido, nem rápido ou qualquer coisa que mostre descontentamento! Deita-se no chão muito devagarinho e esconde a cara! Fica deitada sem chorar ou sem mostrar o motivo daquela ação! Se lhe pergunto o porquê, limita-se a fazer huuumm ou a sorrir! Se tento pegar nela, chora! Chora pouco, mas alto! Estica-se toda e chora! Se a ignoro, chama por mim!
- Mã!
- Sim filha, o que foi?!
- Huuumm!
É este o diálogo possível até pegar nela!
Tento muitas vezes desviar o assunto sempre com infortúnio porque ela é mais teimosa do que eu! Calma e controlo de voz e respiração é o melhor nestas alturas!
O pediatra disse-me "se for para entrar na briga, vá até ao fim e não ceda, porque se ceder uma vez, ela ganha-lhe sempre!" Por isso, muitas vezes faço das tripas coração para ser persistente ou para não me desmanchar a rir perante algumas situações!
Um dia destes, fomos ao supermercado!
Diz ela:
- Mã eu ajudo!
Digo eu:
- Ok filha, queres levar o carrinho (de mão)?
- Tim! Diz ela, enquanto pega no carrinho de mão e começa a caminhar. Eu lá vou colocando o que preciso dentro do carrinho. Quando começo a perceber que o carrinho já está a ficar pesado para ela digo-lhe:
- Filha, agora a mamã leva o carrinho porque está pesado!
- Naaa! E naquele momento carregava um pacote de tartelletes de milho na mão, pousou-as e deitou-se no chão! Com os braços esticados para cima e a carinha de lado!
Tentei pegar nela, mas transformou-se numa pequena tábua rija!
Depois de tentar explicar-lhe, enquanto a levantava, e ela repetir comigo que o "Carinho tá pesado" ela volta a dizer-me "Cainha, ajuda"! Puxou pelo puxador do carrinho e lá foi ela em direção à caixa!
Terminou assim a conversa!
Eu respirei fundo e segui-a! Um bebé de 20 meses a puxar um carrinho de supermercado cheio! Onde já se viu isto!
Que Feitiozinho!
- Mã!
- Sim filha, o que foi?!
- Huuumm!
É este o diálogo possível até pegar nela!
Tento muitas vezes desviar o assunto sempre com infortúnio porque ela é mais teimosa do que eu! Calma e controlo de voz e respiração é o melhor nestas alturas!
O pediatra disse-me "se for para entrar na briga, vá até ao fim e não ceda, porque se ceder uma vez, ela ganha-lhe sempre!" Por isso, muitas vezes faço das tripas coração para ser persistente ou para não me desmanchar a rir perante algumas situações!
Um dia destes, fomos ao supermercado!
Diz ela:
- Mã eu ajudo!
Digo eu:
- Ok filha, queres levar o carrinho (de mão)?
- Tim! Diz ela, enquanto pega no carrinho de mão e começa a caminhar. Eu lá vou colocando o que preciso dentro do carrinho. Quando começo a perceber que o carrinho já está a ficar pesado para ela digo-lhe:
- Filha, agora a mamã leva o carrinho porque está pesado!
- Naaa! E naquele momento carregava um pacote de tartelletes de milho na mão, pousou-as e deitou-se no chão! Com os braços esticados para cima e a carinha de lado!
Tentei pegar nela, mas transformou-se numa pequena tábua rija!
Depois de tentar explicar-lhe, enquanto a levantava, e ela repetir comigo que o "Carinho tá pesado" ela volta a dizer-me "Cainha, ajuda"! Puxou pelo puxador do carrinho e lá foi ela em direção à caixa!
Terminou assim a conversa!
Eu respirei fundo e segui-a! Um bebé de 20 meses a puxar um carrinho de supermercado cheio! Onde já se viu isto!
Que Feitiozinho!
segunda-feira, 19 de março de 2018
Dia do Pai
Começando a história desde o primeiro dia, 4 de julho de mil novecentos e 90 e vinte e seis, confesso que foi um dia confuso. Porquê? Porque pouco passava das 16h e éramos dois. E dali a pouco já estávamos três naquele quarto, enquanto a gaivotinha espreitava atentamente no vidro da janela para conhecer aquela pessoa.
Desde esse dia foi sempre a aprender, ensinando todos os dias alguma coisa à pequena MC.
Passados 20 meses, diferentes fases da vida da MC foram moldando as nossas vidas mas a que mais apreciei foi sem dúvida a partir do momento que a MC começou a conversar comigo, mesmo que muitas vezes eu não perceba o que ela me quer dizer, coisas do tipo:
- "Ah papá ceste não!" ADORO!
É bom acordar todos os dias e perceber que ela está cada vez mais "mulherzinha" que gosta de cor-de-ró, embora eu preferisse que ela vestisse verde tropa.
Não acredito que o sentimento de pai/mãe seja infinito quando o bebé nasce mas posso dizer que vai crescendo através da convivência e dos laços de cumplicidade que se criam diariamente.
"Podemos tentar falar a sério porque por vezes também é interessante, mas isso também está em nós. Não estando habilitado, podes estar, escolhendo um caminho e esse caminho eu respeito. Humm"
É difícil a vida de pai mas adoro a minha MC e já não faz sentido sair de casa sem por a pampa na cadeira...
Desde esse dia foi sempre a aprender, ensinando todos os dias alguma coisa à pequena MC.
Passados 20 meses, diferentes fases da vida da MC foram moldando as nossas vidas mas a que mais apreciei foi sem dúvida a partir do momento que a MC começou a conversar comigo, mesmo que muitas vezes eu não perceba o que ela me quer dizer, coisas do tipo:
- "Ah papá ceste não!" ADORO!
É bom acordar todos os dias e perceber que ela está cada vez mais "mulherzinha" que gosta de cor-de-ró, embora eu preferisse que ela vestisse verde tropa.
Não acredito que o sentimento de pai/mãe seja infinito quando o bebé nasce mas posso dizer que vai crescendo através da convivência e dos laços de cumplicidade que se criam diariamente.
"Podemos tentar falar a sério porque por vezes também é interessante, mas isso também está em nós. Não estando habilitado, podes estar, escolhendo um caminho e esse caminho eu respeito. Humm"
É difícil a vida de pai mas adoro a minha MC e já não faz sentido sair de casa sem por a pampa na cadeira...
segunda-feira, 12 de março de 2018
Conversar Com a Minha Bebé
Conversar com uma bebé de 20 meses é maravilhoso e engraçado ao mesmo tempo. Primeiro porque ela compreende tudo e depois ouvi-la a falar faz com que solte sempre umas gargalhadas.
A Maria Clara tem tido uma vontade enorme em se expressar da forma mais correta por isso começou a fazer pequenas frases compreensíveis! Sim, porque quando resolve falar, falar, falar sem parar não consigo perceber quase nada! Quantas vezes dou por mim a dizer-lhe "pois é filha" sem perceber quase nada do que disse, mas outras vezes tento desenvolver mais um pouco para a compreender melhor.
- A sério filha?! E que mais? ou - "ora conta lá isso de novo!"
Certamente que com frases curtas torna-se mais fácil, para ela e para nós, mas a necessidade de conversar é cada vez maior por isso conversar com ela tornou-se um momento único, isto é, dou-lhe a atenção necessária e, muitas vezes, exclusiva.
A forma que ela tem em aprender as palavras é a olhar para os nosso lábios, por isso muitas vezes repito-as para ela perceber melhor. Os livros, os puzzles ou os brinquedos ajudam imenso neste desenvolvimento, mas é a conversar que aprende melhor.
Ultimamente temos cantado juntas. É hilariante! Eu com a minha voz de "cana rachada" e ela com "meias palavras"! Que belo dueto! ah ah ah
Aos poucos as conversas são mais longas!
Aos poucos apaixono-me mais!
Aos poucos filha ou "aos pôcos mamã"!
A Maria Clara tem tido uma vontade enorme em se expressar da forma mais correta por isso começou a fazer pequenas frases compreensíveis! Sim, porque quando resolve falar, falar, falar sem parar não consigo perceber quase nada! Quantas vezes dou por mim a dizer-lhe "pois é filha" sem perceber quase nada do que disse, mas outras vezes tento desenvolver mais um pouco para a compreender melhor.
- A sério filha?! E que mais? ou - "ora conta lá isso de novo!"
Certamente que com frases curtas torna-se mais fácil, para ela e para nós, mas a necessidade de conversar é cada vez maior por isso conversar com ela tornou-se um momento único, isto é, dou-lhe a atenção necessária e, muitas vezes, exclusiva.
A forma que ela tem em aprender as palavras é a olhar para os nosso lábios, por isso muitas vezes repito-as para ela perceber melhor. Os livros, os puzzles ou os brinquedos ajudam imenso neste desenvolvimento, mas é a conversar que aprende melhor.
Ultimamente temos cantado juntas. É hilariante! Eu com a minha voz de "cana rachada" e ela com "meias palavras"! Que belo dueto! ah ah ah
Aos poucos as conversas são mais longas!
Aos poucos apaixono-me mais!
Aos poucos filha ou "aos pôcos mamã"!
quinta-feira, 8 de março de 2018
À Minha Pequena Mulher
Minha princesa, hoje celebra-se o dia internacional da mulher! Infelizmente!
Este dia não é um dia de festa ou não devia de ser! É um dia de introspecção sobre a condição feminina! Certamente que quando conseguires ler este post a tua condição ainda será melhor do que foi a minha ou do que terá sido a da tua avó ou da visa!
Sabes, durante anos o papel da mulher resumiu-se à condição de dona de casa e mãe! Até aqui tudo bem porque é de senso comum que ser dona de casa ocupa mais de 40 horas semanais e ser mãe não tem horários. Mas a Mulher teve necessidade de dependência salarial e posteriormente a igualdade pelos direitos profissionais e ainda lutaram pela partilha das tarefas domesticas!
Imagina tu que há muitos anos era impensável o homem participava na criação de um filho ou imagina que não podias ficar em casa com o papá ou não teres a ajuda do papá na hora do banho!
Pois é, felizmente as coisas mudaram imenso! Para o nosso bem! Para o teu bem... Agora o papel da mulher e do homem assumem-se como o Papel da Família. Assim para além de imaginar que o teu futuro pode ser mais promissor, tenho a certeza que o papá assume muito bem este papel.
Por isso vamos ter esperança que este dia deixe de existir quando esquecermos mentalidade preconcebidas, quando olharmos para as tarefas domesticas ou profissionais de igual para igual em todas as circunstâncias. Quando isto acontecer este dia deixa de fazer sentido!
Quando celebrares este dia com festas entre amigas lembra-te que há necessidade de unirmos forças nesta luta.
Feliz dia Internacional da Mulher💗
Este dia não é um dia de festa ou não devia de ser! É um dia de introspecção sobre a condição feminina! Certamente que quando conseguires ler este post a tua condição ainda será melhor do que foi a minha ou do que terá sido a da tua avó ou da visa!
Sabes, durante anos o papel da mulher resumiu-se à condição de dona de casa e mãe! Até aqui tudo bem porque é de senso comum que ser dona de casa ocupa mais de 40 horas semanais e ser mãe não tem horários. Mas a Mulher teve necessidade de dependência salarial e posteriormente a igualdade pelos direitos profissionais e ainda lutaram pela partilha das tarefas domesticas!
Imagina tu que há muitos anos era impensável o homem participava na criação de um filho ou imagina que não podias ficar em casa com o papá ou não teres a ajuda do papá na hora do banho!
Pois é, felizmente as coisas mudaram imenso! Para o nosso bem! Para o teu bem... Agora o papel da mulher e do homem assumem-se como o Papel da Família. Assim para além de imaginar que o teu futuro pode ser mais promissor, tenho a certeza que o papá assume muito bem este papel.
Por isso vamos ter esperança que este dia deixe de existir quando esquecermos mentalidade preconcebidas, quando olharmos para as tarefas domesticas ou profissionais de igual para igual em todas as circunstâncias. Quando isto acontecer este dia deixa de fazer sentido!
Quando celebrares este dia com festas entre amigas lembra-te que há necessidade de unirmos forças nesta luta.
Feliz dia Internacional da Mulher💗
quinta-feira, 1 de março de 2018
Às crianças da Síria
Hoje não dedico as palavras a minha bebé.
Hoje dedico as minhas palavras a todos os bebes da Síria. Penso que o mundo não deveria ficar indiferente a tamanha crueldade. Aquilo que deveria ser poupado sobre qualquer valor ou interesse político tornou-se uma forma de ofensa ou ataque. A vida humana está a ser usada como estratégia de ataque ou simplesmente como formas de protesto.
As imagens que correm as redes sociais são cruéis demais e ficam longe da realidade. Pergunto- me onde andam os valores pela humanidade, onde prima a valorização da vida!
Esta luta pelo poder, pela religião, esta forma extremista de mostrar interesses fez e faz com que milhares de pessoas inocentes percam a vida ou fiquem marcadas para sempre. Destes pessoas refiro-me às crianças que apenas são reflexo do meio e do que lhe transmitem. Terão esta crianças que pagar pelos interesses dos adultos?! Serão elas merecedoras de tamanho infortúnio?! Será que os interesses políticos, religiosos ou regionais são tão mais importantes do que estas vidas?!
Não consigo imaginar um cenário destes, não me consigo imaginar num cenário destes, mas acredito que a vida deve ser poupada sobre qualquer circunstância. Infelizmente os valores andam todos trocados.
Ver ruas completamente destruídas, ver casas em cacos, restos de maternidades, pessoas mortas ou vivos abraçados em clemência a pessoas mortas, pais a carregarem os filhos ao colo cobertos de sangue... enfim! Banalizam a vida por quezilas ou birras! Porra! isto é revoltante! Parem! Parem já! Aprendam a viver em paz!
Acredito que haverá paz quando todos quiserem a paz, por isso faço votos, faço fisgas apelo a todos os Deus ou deuses e aclamo ao coração dos seres humanos que façam isto terminar!
Acredito que nenhuma criança pediu para nascer e muito menos para viver em tamanha desgraça. Acredito que as crianças têm direito à felicidade a poder brincar, sorrir e crescer com a certeza que vale apenas viver!
Vamos tornar o mundo melhor!
Por favor!
Hoje dedico as minhas palavras a todos os bebes da Síria. Penso que o mundo não deveria ficar indiferente a tamanha crueldade. Aquilo que deveria ser poupado sobre qualquer valor ou interesse político tornou-se uma forma de ofensa ou ataque. A vida humana está a ser usada como estratégia de ataque ou simplesmente como formas de protesto.
As imagens que correm as redes sociais são cruéis demais e ficam longe da realidade. Pergunto- me onde andam os valores pela humanidade, onde prima a valorização da vida!
Esta luta pelo poder, pela religião, esta forma extremista de mostrar interesses fez e faz com que milhares de pessoas inocentes percam a vida ou fiquem marcadas para sempre. Destes pessoas refiro-me às crianças que apenas são reflexo do meio e do que lhe transmitem. Terão esta crianças que pagar pelos interesses dos adultos?! Serão elas merecedoras de tamanho infortúnio?! Será que os interesses políticos, religiosos ou regionais são tão mais importantes do que estas vidas?!
Não consigo imaginar um cenário destes, não me consigo imaginar num cenário destes, mas acredito que a vida deve ser poupada sobre qualquer circunstância. Infelizmente os valores andam todos trocados.
Ver ruas completamente destruídas, ver casas em cacos, restos de maternidades, pessoas mortas ou vivos abraçados em clemência a pessoas mortas, pais a carregarem os filhos ao colo cobertos de sangue... enfim! Banalizam a vida por quezilas ou birras! Porra! isto é revoltante! Parem! Parem já! Aprendam a viver em paz!
Acredito que haverá paz quando todos quiserem a paz, por isso faço votos, faço fisgas apelo a todos os Deus ou deuses e aclamo ao coração dos seres humanos que façam isto terminar!
Acredito que nenhuma criança pediu para nascer e muito menos para viver em tamanha desgraça. Acredito que as crianças têm direito à felicidade a poder brincar, sorrir e crescer com a certeza que vale apenas viver!
Vamos tornar o mundo melhor!
Por favor!
terça-feira, 27 de fevereiro de 2018
Um ,Dois, Três...
Foi de uma forma muito natural que ela aprendeu a contar!
Não sei concretamente como aprendeu porque nem eu nem o J. lhe ensinamos.
De repente começou a continuar os números. Por outras palavras foi ela que nos disse que já sabe contar! Sei que ainda não compreende o conceito matemático. Ah! Desconfio que aprendeu a contar as colheres da sopa ou a contar os botões da roupa ou a subir os degraus! Desconfio apenas! Mas é muito engraçado contar com ela!
- Um, dois, três, quatro, cinco, sete! ah ah ah O seis não entra na contagem!
Bem, depois de termos reparado na descoberta dos números, compramos um puzzle para conseguir fazer a associação. Puzzles não são novidade para a Clarinha, mas este tem sido bem divertido. O sete foi o primeiro número a memorizar, depois o zero e o dez! Não sei se por serem de cor rosa, mas foram os primeiros e ambos com a mesma cor! Em dois dias decorou o sítio dos números mas sem perceber a ordem. Pegava num número à toa e colocava-o no seu sítio, agora procura os número pela sua ordem!
Embora o tabuleiro tenha até ao número vinte resolvemos esconder algumas peças. Agora brinca até ao dez, depois receberá o restante.
Ela não se importa muito com isso, como já perdeu algumas peças de outros tabuleiros diz que " éte num tá"!
Não sei concretamente como aprendeu porque nem eu nem o J. lhe ensinamos.
De repente começou a continuar os números. Por outras palavras foi ela que nos disse que já sabe contar! Sei que ainda não compreende o conceito matemático. Ah! Desconfio que aprendeu a contar as colheres da sopa ou a contar os botões da roupa ou a subir os degraus! Desconfio apenas! Mas é muito engraçado contar com ela!
- Um, dois, três, quatro, cinco, sete! ah ah ah O seis não entra na contagem!
Bem, depois de termos reparado na descoberta dos números, compramos um puzzle para conseguir fazer a associação. Puzzles não são novidade para a Clarinha, mas este tem sido bem divertido. O sete foi o primeiro número a memorizar, depois o zero e o dez! Não sei se por serem de cor rosa, mas foram os primeiros e ambos com a mesma cor! Em dois dias decorou o sítio dos números mas sem perceber a ordem. Pegava num número à toa e colocava-o no seu sítio, agora procura os número pela sua ordem!
Embora o tabuleiro tenha até ao número vinte resolvemos esconder algumas peças. Agora brinca até ao dez, depois receberá o restante.
Ela não se importa muito com isso, como já perdeu algumas peças de outros tabuleiros diz que " éte num tá"!
Subscrever:
Mensagens (Atom)





